Jogadores PT

Antigo craque não pode caminhar e confessa que pediu para lhe cortarem as pernas

Foi craque argentino, mas teve que deixar o futebol devido às dores que sentia… O próprio revelou algumas experiências da vida, que nos mostram o quanto devemos dar valor ao que temos!

Gabriel Batistuta foi um craque argentino, um “homem golo” que teve de deixar o futebol profissional devido a uma dor de tornezelo… Dor essa que o “obrigou” a urinar na própria cama por não se conseguir levantar, chegando mesmo a pedir para que lhe cortassem as pernas para deixar de sentir as dores que sentia!

«Deixei o futebol, e de um dia para o outro não podia caminhar mais. Urinei na cama, tendo a casa de banho a três metros, porque não quis me levantar. Eram 4 da manhã e achava que ia doer o tornozelo se eu me levantasse».

Agora, aos 45 anos, Batistuta tem na memória a recordação de uma excelente carreira em Itália. Brilhou ao serviço da Fiorentina da Roma e do Inter de Milão.

Entitulado de “Batigol”, Batistuta é o maior goleador da seleção argentina em Mundiais, com 10 golos.

«Fui ao médico Avanzi, e pedi-lhe para que me cortasse as pernas! Ele olhou para mim e disse que eu estava louco. Eu insisti, não aguentava mais, viva mal-humurado… Não posso descrever a dor, é impossível transmitir», revelou “Batigol”.

Contou ainda que quando pensou que a solução seria cortar as pernas, pensou em Oscar Pistorius, um atleta sul-africano, que tem várias marcas mundiais, mesmo depois de sofrer uma dupla amputação das suas pernas… Mas o seu médico não cedeu ao pedido, e colocou-lhe um tornozelo novo “com parafusos”.

«Pediu para que escolhesse a perna para fazer, porque não podia ser nas duas. Escolhi a direita, mas o meu problema é que não tenho cartilagens nem tendões. Tenho 86 quilos apoiados sobre os ossos. E o osso a bater noutro osso, causava dor», explicou o ex-craque argentino.

Entretanto as coisas foram melhorando, apesar do imenso tempo que demorou, mas agora pode caminhar sem problemas, e começou a jogar golf.

O próprio jogador diz que «Há três anos que estou muito melhor».