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«Se Maxi Pereira tivesse a camisola do Benfica, teria sido expulso»

O clássico de ontem ainda mexe, principalmente as decisões do árbitro que têm sido contestadas.

Paulo Olavo e Cunha, antigo presidente da Assembleia Geral dos encarnados, falou à RR e considera que se Maxi Pereira fosse jogador do Benfica, teria sido expulso no clássico de ontem.

Paulo Olavo e Cunha crítica o trabalho de Artur Soares Dias, que na sua opinião, estava condicionado por apitar um clube da sua cidade.

No entender do antigo dirigente, o ex-jogador lateral direito do Benfica, devia de ter recebido um 2º amarelo na segunda parte, após uma falta mais dura.

«Maxi Pereira fez uma segunda falta para cartão amarelo. Se o jogo não fosse no Porto e o árbitro não fosse do Porto, estou convencido que não acabaria o jogo. O árbitro não usou o mesmo critério o jogo todo e, com a camisola do Benfica, Maxi teria sido expulso. Mas ele foi profissional e não foi por isso que o Benfica perdeu».

Paulo Olavo e Cunha critica ainda o facto de os árbitros dirigirem jogos de clubes da cidade onde vivem: «Os árbitros não deviam apitar os jogos de clubes da sua cidade, porque a pressão é muito grande. Recordo o que se passou com Pedro Proença, em Lisboa, quando estava no activo. Foi barbaramente agredido. Não foi por isso que o Benfica perdeu, mas há aspectos do jogo que, depois, se podem tornar relevantes».