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Os três jogadores portugueses mais subvalorizados de sempre

Apesar de Portugal ser um país pequeno, já produzimos alguns dos melhores jogadores da história como Cristiano Ronaldo, Eusébio da Silva Ferreira ou Luís Figo. Porém, não foram apenas eles que deixaram uma enorme marca no nosso futebol.

Por essa razão, decidimos fazer a lista dos três jogadores mais subvalorizados da história do futebol português.

1º Lugar

Mário Coluna

Dono de uma resistência acima da média, intensidade brutal e de um remate perigoso, o “monstro sagrado” foi a peça essencial para o Benfica conquistar duas Taças dos Campeões Europeus. Faz parte da restrita lista de jogadores que conseguiram marcar em duas finais consecutivas (ao Barcelona, em 1961, e ao Real Madrid, em 1962) e marcou ainda presença em mais três (1963, 1965 e 1968). Capitaneou os “magriços no Mundial de 66, onde a seleção nacional atingiu o terceiro lugar, naquele que foi o melhor desempenho de Portugal na prova. Coluna foi eleito como um dos 100 melhores jogadores mundiais do século XX e no jogo da sua despedida, marcaram presença grandes craques internacionais, como Johan Cruyff ou Bobby Moore.

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2º lugar

Peyroteo

Peyroteo foi o jogador que mais golos marcou na história do campeonato português com uns impressionantes 331 golos. Esta lenda do futebol nacional também detém o recorde de golos num clássico com 64 golos ao Benfica em 55 jogos. Formou com Albano, António Jesus Correia, José Travassos e também Vasques, os famosos Cinco Violinos do Sporting Clube de Portugal. Uma dos episódios mais gloriosos do craque tem a data de 24 de abril de 1948, onde os “leões” precisavam de vencer o Benfica, fora de casa, por uma diferença de três golos para conquistar o campeonato. Peyroteo, apesar de ter passado a noite em estado febril, marcou os quatro golos que permitiram ao Sporting vencer a prova.

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3º lugar

Fernando Gomes

Fernando Gomes é melhor marcador de sempre do FC Porto com 347 golos a nível sénior e 800 em todos os escalões. Conquistou duas Botas de Ouro (daí a alcunha de “bibota”) e foi seis vezes o melhor marcador do campeonato nacional, um registo absolutamente formidável. Foi com o histórico avançado que o clube das Antas conquistou a hegemonia do futebol nacional nos anos 80. Uma Taça dos Campeões Europeus, uma Taça Intercontinental, uma Supertaça Europeia, cinco Campeonatos Nacionais, três Taças de Portugal e duas Supertaças este é o legado eterno de Fernando Gomes com os “dragões”.

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