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O lado negro do Chicago Bulls.

Sobre a vida e a carreira de Michael Jordan, surgem novas revelações sobre aquele que é considerado por muitos o melhor basquetebolista de sempre.

Algumas são mesmo contadas na primeira pessoa, como a história de um episódio que marcou “MJ” nos primórdios da sua carreira como jogador dos Chicago Bulls.

“Tive um evento na pré-temporada. Estava num hotel à procura dos meus companheiros de equipa. Começo a bater às portas até, que, numa delas, ouço uma voz a dizer ‘alguém está lá fora’. E depois escutei outra voz profunda: ‘Quem é?’ Disse que era o MJ. Então abriram a porta, entrei e praticamente toda a equipa estava ali. E havia coisas que nunca tinha visto na vida. Linhas de cocaína de um lado, uns a fumarem marijuana de outro, mulheres… A primeira coisa que disse foi: ‘Estou fora’. Só pensava que, se me viam, era tão culpado como todos os outros. E, a partir daquele momento, estava mais ou menos sozinho”, relatou Jordan, manifestamente contra o consumo de drogas:

“Jogava às cartas e via filmes. Não ia a discotecas, não fumava, não consumia cocaína e, naquele momento, não bebia. Só queria descansar um pouco para estar bem e jogar basquetebol”, recorda a lenda.

Além dos Chicago Bulls, Michael Jordan representou também os Washington Wizards, entre 2001 e 2003, onde terminou a carreira.