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Evocar a Pátria, a República, a Liberdade e a Democracia.

Evocar a Pátria, a República, a Liberdade e a Democracia.

Durante uma sessão solene atípica, Marcelo Rebelo de Sousa encerrou a reunião parlamentar do 46.º aniversário do 25 de Abril com um discurso no qual, depois de destacar os sacrifícios de todos os portugueses, apelou à unidade durante este tempo de emergência.

«Num momento da vida do País que exige convergência perante desafios tão graves, esta hora impõe-nos unidade. Unidade que não é unicidade nem unanimismo, mas unidade entres os portugueses», afirmou.

Explicando que compreende «as dúvidas de alguns portugueses» quanto à sessão que vai decorrendo em São Bento, o chefe de Estado português, explicou que na base da sua decisão está o facto de a Assembleia da República nunca ter interrompido «os seus trabalhos» durante nenhum dos três estados de emergência.

«É em tempos excecionais como este que se impõe invocar mais do que um costume, um ritual», referindo-se a datas emblemáticas da história nacional como o 25 de Abril.

«É em tempos excecionais de dor, de sofrimento, de luto, de separação e de confinamento que mais importa evocar a Pátria, a República, a Liberdade e a Democracia. Evocar o 25 de Abril é falar deste tempo, não é ignorá-lo, é falar dos seus desafios presentes e futuros», completou.